Campanha contra as Drogas

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Campanha contra as Drogas

 

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Droga é toda e qualquer substância, natural ou sintética que, introduzida no organismo modifica suas funções. As drogas naturais são obtidas através de determinadas plantas, de animais e de alguns minerais. Exemplo a cafeína (do café), a nicotina (presente no tabaco), o ópio (na papoula) e o THC tetrahidrocanabiol (da cannabis). As drogas sintéticas são fabricadas em laboratório, exigindo para isso técnicas especiais. O termo droga, presta-se a várias interpretações, mas ao senso comum é uma substância proibida, de uso ilegal e nocivo ao indivíduo, modificando-lhe as funções, as sensações, o humor e o comportamento.

 

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As drogas estão classificadas em três categorias: as estimulantes, os depressores e os perturbadores das atividades mentais. Há vários tipos de droga: Drogas Depressoras do Sistema Nervoso Central ou Drogas sicolépticas. Drogas depressoras podem dificultar o processamento das mensagens que são enviadas ao cérebro. Ex.: álcool, barbitúricos, thinner, cloreto de etila, clorofórmio, ópio, morfina, etc. Drogas psicodislépticas ou alucinógenas – são drogas que têm por característica principal a despersonalização em maior ou menor grau. Ex.: maconha, skunk, LSD, psilocibina, heroína, ayahuasca Drogas psicoanalépticas ou estimulantes - produzem aumento da atividade cerebral, diminuem a fadiga, aumentam a percepção ficando os demais sentidos ativados. Ex.: cocaína, crack, cafeína, teobromina, MDMA ou ecstasy, anfetaminas (bolinha, arrebite), etc. Quanto à forma de produção, podemos considerar as existência de drogas: Naturais Semi-Sintéticas Sintéticas Apesar dos riscos bem-conhecidos, as pessoas continuam a abusar de drogas, e esse abuso continua a destruir vidas. Esse vício custa aos Estados Unidos aproximadamente 100 bilhões de dólares por ano em serviços de saúde, perdas na produtividade do trabalho, ganhos perdidos e crime. Mas talvez sejam os jovens — praticamente crianças — que pagam o preço mais alto. Segundo um estudo realizado no Brasil e publicado no Jornal da Tarde, 24,7% dos jovens entre 10 e 17 anos já experimentaram algum tipo de droga. Apesar dos riscos bem-conhecidos, as pessoas continuam a abusar de drogas, e esse abuso continua a destruir vidas. Esse vício custa aos Estados Unidos aproximadamente 100 bilhões de dólares por ano em serviços de saúde, perdas na produtividade do trabalho, ganhos perdidos e crime. Mas talvez sejam os jovens — praticamente crianças — que pagam o preço mais alto. Segundo um estudo realizado no Brasil e publicado no Jornal da Tarde, 24,7% dos jovens entre 10 e 17 anos já experimentaram algum tipo de droga. Motivos associados ao uso de drogas Os motivos que normalmente levam alguém a provar ou a usar ocasionalmente drogas incluem: problemas pessoais; influência de amigos, traficantes assim como da sociedade e publicidade de fabricantes de drogas lícitas; sensação imediata de prazer que produzem; a facilidade de acesso e obtenção; desejo ou impressão de que elas podem resolver todos os problemas, ou aliviar as ansiedades; fuga; estimular; acalmar; ficar acordado ou dormir; emagrecer ou engordar; esquecer ou memorizar; fugir ou enfrentar; inebriar; inspirar; fortalecer; aliviar dores, tensões, angústias, depressões; agüentar situações difíceis, privações e carências; encontrar novas sensações, novas satisfações; força do hábito; ritual; dependência. FDG Críticas Qualquer droga é potencialmente tóxica, o grau de intoxicação depende da intensidade de seu uso, sendo diretamente proporcional. Mesmo com drogas aceitas, toleradas ou até incentivadas pela sociedade é possível chegar ao abuso e dependência química. A pessoa que usa drogas acaba ficando dependente por um bom tempo, até que resolva tratar-se ou decidir abandonar as drogas.

 

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As 10 Piores drogas do mundo

Um estudo liderado pelo professor David Nutt da Universidade de Bristol, analisou 20 drogas ilícitas e lícitas e classificou numa escala do nível de dependência, efeitos no organismo e interação social. Confira as dez piores drogas:

1º. Heroína 2º. Cocaína 3º. Barbitúricos 4º. Metadona (Ópio) 5º. Álcool 6º. Cetamina 7º. Benzodiazepinas 8º. Anfetamina 9º. Tabaco 10º. Buprenorfina


  

É comum distinguir o abuso de drogas (dependência) do seu consumo experimental, ou já em fase de risco de dependência. Esta classificação refere-se à quantidade e periodicidade em que ela é usada. Os usuários podem ser classificados, segundo CID 10 rev., em:

  • experimentador
  • usuário ocasional
  • habitual
  • dependente

Outra classificação se refere ao uso das drogas em desvio de seu uso habitual, como por exemplo o uso de cola, gasolina, benzina, éter, dentre outras substâncias químicas, para provocar um estado de euforia ou torpor.

Sob o efeito de determinadas drogas, o indivíduo parece ver além do comum em objetos, em gestos ou até mesmo no vazio, daí a utilização de termos como despersonalização, alucinação ou sintomas paranóicos e psicóticos na descrição do seu comportamento. Sob o efeito de drogas, algumas pessoas tendem a parecer mais introspectivas ou mais extrovertidas e agressivas, a depender do tipo de substância consumida, assim como do contexto de utilização e dos próprios traços de personalidade individual.

A dependência de drogas está relacionada tanto ao prazer produzido, usualmente designado como euforia, sensação de bem estar, estimulação ou entorpecimento (analgesia), como à compreensão deformada de seus efeitos nocivos (tóxicos) ao organismo, além dos mecanismos químicos ou crise de abstinência induzidos pela ausência da substância após um período de uso continuado. Ademais, ao adquirir drogas no mercado negro, o indivíduo se expõe a outros riscos - agressão, roubo, consumo involuntário de outras substâncias nocivas misturadas às drogas, violência policial e prisão.

Sobre a "fuga da realidade", expressão usada para descrever a sensação de prazer derivada do uso de certas drogas, Sigmund Freud (1856-1939) escreveu, 1930:

O serviço prestado pelos veículos intoxicantes na luta pela felicidade e no afastamento da desgraça é tão altamente apreciado como um benefício, que tanto indivíduos quanto povos lhes concederam um lugar permanente na economia de sua libido. Devemos a tais veículos não só a produção imediata de prazer, mas também um grau altamente desejado de independência do mundo externo, pois sabe-se que, com o auxílio desse ‘amortecedor de preocupações’, é possível, em qualquer ocasião, afastar-se da pressão da realidade e encontrar refúgio num mundo próprio, com melhores condições de sensibilidade. Sabe-se igualmente que é exatamente essa propriedade dos intoxicantes que determina o seu perigo e a sua capacidade de causar danos. São responsáveis, em certas circunstâncias, pelo desperdício de uma grande quota de energia que poderia ser empregada para o aperfeiçoamento do destino humano.